SIM
Sempre houve um motivo, sempre houve uma razão.
Sempre houve o desapego, e o desafeto não
Sempre houve o que é concreto, passam anos, meses, dias
Sempre houveram os prantos rasos, ouvindo os rasgos
e na canção, faltava harmonia.
Na verdade é só mais um surto passageiro, desajeitado como o dinheiro, pra suprir uma carencia da alma.
Talvez mais um ato egoista pra mostrar pra turista, que aqui em casa não se pede esmola.
Como um tiro certo, fica claro e evidente.
Dedos não te apontam, coração (demente).
Orgulho, descaso, e aquele ciume de criança.
Faça-se um favor: Cresça.
Essa cidade já é fria demais pra mais outro corpo vazio em meio a multidão.
Encontre algo que te aqueça o coração.
Esse desquilibrio, soa como a beleza que o tempo leva, implacavel e que se quebra, em mil pedaços, quando tarde demais fica claro, e o que se deixou foram pontes queimadas, amigos magoados e peitos rachados...
Essa ciranda lhe traz saudades de casa? Onde é sua casa? Quem é sua familia? Quem é seu pai? Onde está seu Pai?
Não.
Esses versos não tem direção. São perguntas que faço a mim por ver que a natureza das pessoas tende a pouco mudar. Sei disso por mim.
Quando mudamos, geralmente é porque adquirimos um novo vício,
seja o cigarro logo cedo de manha
seja o vicio na atenção
Seja o vicio em receber sem dar
Seja o inicio do fim.
Sim.
L-O-V-E
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Esse é um dos curtas que eu vi do festival e eu me apaixonei! Eu já sou
super comedia-romantica-type-of-girl, mas esse rola de todo mundo ver sem
torcer o ...
1 day ago
